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Culture Rangers
 


Confissão

"Nunca esquecerei o nosso primeiro encontro... foi algo indescritível, sem explicação.

Estava pronto para me apresentar no "Narigão do Hulk" quando, discretamente, eles entraram no camarim e, se apresentando como Esquadrão Culto CULTURE RANGERS, falaram que iriam me impedir de subir ao palco, pois eu estaria preso por tentativa de dominação e aliciamento da população por meio da música, algo assim.

Eu, que sequer dera atenção a eles, ao ouvir tal afronta, resolvi olhar em seus rostos pelo espelho. Um cara mediano, vestido de azul e um armário em verde. O de azul segurava um troço esquisito, parecia um triângulo, em sua mão. O de verde apenas bloqueou a porta do camarim.

Me senti acuado. Em primeiro lugar, como eles descobriram meus planos de dominação mundial? Eu sempre fui discreto quanto a isso, apenas vou para os programas da Rede Blogo, dou entrevistas para alguns programas de fofocas e faço shows por todo o país. Ora, não havia maneira de ser descoberto, "morou"?

Usei meus poderes de telepatia, e minha ajuda chegou. Minhas "musas do chapão" apareceram para me ajudar. Notei que nenhum deles teria coragem de bater em uma mulher, então, apenas sentei e me diverti ao vê-los sendo massacrados pelas minhas queridas protetoras.

Extasiado com a vitória "irada", gargalhei e revelei que aquelas mulheres eram andróides de última geração, feitos com destroços de uma tal XT (vocês não achavam que eu que havia feito as minhas musas do chapão, acharam?). Sendo assim, nenhum dos dois teria força o suficiente para vencê-las.

Ao ouvir isso, eles me encararam. Senti seu ódio e me alimentei dele, a sua derrota era iminente e não dava nem para sentir o sabor de tão fácil.

Mas foi aí que ouvi uma risadinha sarcástica vinda do cara de azul. Ele agradeceu a informação e pegou a minha garrafinha de água mineral francesa e jogou na cabeça das minhas musas, destruindo suas chapinhas.

Ele falou um troço esquisito, acho que tinha a ver com um tal Sansão (que nem sei quem é). Comecei a rir, e mandei minhas musas atacarem novamente, mas elas não conseguiam se mover. Estavam desesperadas com seu cabelo ganhando volume e perdendo forma.

Foi aí que o azulão pegou um microfone e usou o fio para laçar as minhas musas do chapão, deixando-as imobilizadas, gritando de ódio. Depois, ele pegou um controle remoto e acionou um tal de "modo cafajeste". Então, o cara de verde saiu da porta e fez com as minhas musas coisas que nunca vi nenhum homem fazer com uma mulher na minha vida.

No palco, o Hulk me chamou. Ao ver que estava sem minha proteção, mas com a porta do camarim livre, corri.

Podia sentir a liberdade em meus cabelos louros, encaracolados e cheios de maresia, mas senti minhas pernas voando no ar e, em seguida, uma queda. Não podia me mexer, havia sido enlaçado pelo fio do microfone do cara de azul.

Tentei chamar minha mãe, meu pai, meu avô e a produção do programa, chorei, clamei por piedade, mas não deu. Eles taparam a minha boca, e o cara de verde ainda me deu um "coça" na cabeça. Está doendo até agora!

Então, eles saíram, levando a mim e o que sobrou das minhas musas, deixando um bilhete para a produção do "Narigão do Hulk", avisando da minha pisão.

Então, eles me entregaram a umas tais autoridades e estou aqui, falando com vocês, agora.

Mas tudo bem, esse jogo apenas começou. Eu terei minha vingança. Ainda pegarei vocês, Culture Rangers!"

Belibe Dilongue


Esta criatura, além de cantar mal e ter um repertório sofrível (oras, como vocês acham que ele foi para o nosso hall dos detidos?), ainda fala mal pra caramba e escreve pior ainda! Vocês não têm idéia do que foi corrigir a gramática desta criatura!!! Agora, nas próximas vezes que pegarmos mais meliantes e formos transcrever suas confissões, digitaremos do mesmo jeito que eles falaram/escreveram... Afinal, eu sou Ranger, mas também tenho uma vida pra viver!

Ainda acho que deveria ter deixado o TH bater mais um pouquinho nele... Teria sido muito mais fácil carregá-lo quieto, desacordado... droga de Direitos Humanos!...


Os CULTURE RANGERS deram uma sumida com os avisos, mas voltam a avisar que as inscrições para novos Rangers continuarão por tempo indeterminado. Como a UOL, misteriosamente, "sumiu" com os nossos primeiros posts, desta vez, criamos uma solução. Para tirar dúvidas, fazer sugestões ou se inscrever no grupo, basta enviar suas dúvidas ou seu Curriculum vitae para culturerangers@gmail.com. Estaremos esperando!



Escrito por Tom às 07h40
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DANDO UMA ESPIADINHA...

 



 Excepcionalmente hoje, dia 15, o ranger azul não pôde vir escrever sua coluna, por motivo de força e proporções maiores (hehehehe...digo ou não digo? vou deixar pra chantageá-lo depois...), então como bom sócio, amigo (e também devidamente remunerado pelo diretor do QG), vim cobrir-lhe a falta. Ele poderá ser visto na sexta-feira, dia 18, quando seria minha coluna...


A missão passada a este que vos fala, dessa vez me deixou esgoTHado....foi dar uma geral no BBB. COnfesso que não é dos meus programas prediletos, mas temos que tirar o chapéu pro fato dele ter virado a cabeça de todo mundo...dia de Paredão, como hoje por exemplo, é capaz de parar o Brasil.....com informação do programa da internet Oops, a última votação correspondeu à metade dos votos que Lula teve quando foi eleito presidente....é mole? Sim, o programa já virou assunto essencial das mesas de janta, das conversas de cabelereiro, até das conversas na sala de aula antes que estas comecem...depois das novelas, no Brasil é o que mais prende atenção.


Não vamos entrar aqui numa discussão moralista, sobre a necessidade de um programa assim mexer tanto com o popular, ou se o BBB é o ópio que mantém a passividade do povo diante do governo, das direções políticas. Vamos ver o BBB como uma forma de entretenimento apenas. É uma sacada legal:reunir 14 pessoas que aparentemente pouco tem a ver a princípio, numa casa e mantê-los enjaulados..pois é, seria legal...


O BBB também funciona para psicólogos de plantão analisarem a questão do comportamento humano: o que faria por um milhão de reais? vc seria verdadeiro? faria tipo?seria leal aos "amigos" que fez lá dentro? Na minha humilde opinião, o BBB é um jogo, onde o verdadeiro propósito é permanecer o máximo possível de semanas. O lance é fazer isso com dignidade, mas condeno PIAMENTE quem vota com coração e ficam esperando irem ao paredão ou não estarem lá por acharem que Deus quis assim....essa é uma estratégia de burros...aquilo é um jogo, e quando se entra num, é pra vencer.


Na atual versão, a mídia e as pessoas se apressaram a definir os vilões e os mocinhos, numa postura ALTAMENTE RADICAL, mais do que a dos radicais do PT...Jean, Pink, Grazi e Sammy são os mocinhos, enquanto os brutamontes marmanjos e as bundas são os vilões. Tá na cara que um dos 4 mocinhos irá vencer o jogo, entretanto aconselho ao público prestar mais atenção no grupo dos mocinhos e ver que sua estratégia não é das mais politicamente corretas também...sobretudo da (TICO - TECO) Grazi...questão de melhor observação apenas...


Por fim, existe uma máxima que costumo dizer na qual "Cada um deve arcar com as consequências de seus atos"..o médico Rogério, por exemplo, falkou o que não devia, articulou, tramou, ofendeu, foi preconceituoso, entregou suas malandragens...o público reagiu..92% de votos contra, recorde no programa. O público da rua também reagiu, mas A QUERIDINHA GLOBO TINHA que mostrá-lo como o maior querido nas ruas, durante o programa do Faustão. É o oposto do que se ouve nas conversas de bares, salões de beleza, etc: todos trucidam o dr. genérico. Entende-se em parte, pois a emissora poderia, na melhor das hipóteses, estar protegendo a carreira do moço, mas volto à máxima do início desse parágrafo..."Cada um deve arcar com as consequências de seus atos"..lembro da frase que o médico disse ao sair: quanto mais eu vejo os homens, mais eu confio nos cachorros......isso é frase de um MÉDICO dizer? ainda se fosse um veterinário...


BBB: um programa onde as verdadeiras facetas e o comportamento humano são desnudados em duas visões: um jogo comum, onde os participantes devem lutar pra sobreviver, ou um ninho de aspirantes à fama, dinheiro, 1 milhão e "status"...emqualquer dos casos, vamos dar mais uma espiadinha...


TH - brechando



Os CULTURE RANGERS deram uma sumida com os avisos, mas voltam a avisar que as
inscrições para novos Rangers continuarão por tempo indeterminado. Como a UOL,
misteriosamente, "sumiu" com os nossos primeiros posts, desta vez,
criamos uma solução. Para tirar dúvidas, fazer sugestões ou se inscrever no
grupo, basta enviar suas dúvidas ou seu Curriculum vitae para culturerangers@gmail.com. Estaremos
esperando!



Escrito por Thiago Henrick às 17h44
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Resenha Crítica - O FILHO DE CHUCKY

Fonte das fotos:
- cartazes:
www.cinemaemcena.com.br (1, 2); adorocinema.cidadeinternet.com.br (3, 4, 5)
- atores: www.cinemaemcena.com.br (Brad Dourif, Jennifer Tily, Hannah Spearritt, Billy Boyd); homepages.wmich.edu/ ~j3smyk/ (Redman)
- personagens: www.moviesonline.ca (Chucky, Tiffany, Jennifer Tily); www.cinemaemcena.com.br (Redman, Joan)
1
2
3 4
5
Título: O Filho de Chucky
Título Original: Seed Of Chucky

Produção: David Kurschner, Corey Sienega
Distribuição: Rogue Films, United International Pictures / Paris Filmes (Brasil)
Diretor: Dom Mancini
Roteiro: Dom Mancini - baseado em personagens criados por Dom Mancini
Data de estréia: 12/11/2004
Estréia no Brasil: 14/01/2005


Elenco:
Brad Dourif (voz de Chucky)
Jennifer Tily (voz de Tiffany)
Jennifer Tily (Jennifer Tily)
Redman (Redman)
Hannah Spearritt (Joan)
Billy Boyd (voz de Glen/Glenda)



Escrito por Culture Rangers às 17h02
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Fonte: www.cinemaemcena.com.br

"Heeeeeeeeeeeeeere's Chucky!!!" - muito boa a alusão a "O Iluminado"...

É, Chucky... esses são os sinais dos tempos... você aterrorizou criancinhas com seu primeiro filme... as assustou com o segundo... o terceiro, parece até que ninguém mais viu... noivou, casou... e, agora, teve que virar comediante para sobreviver e sustentar mulher e rebento em sua quinta empreitada...

As crianças de hoje em dia são bem diferentes das de dezessete anos atrás, hein, cara?

Depois de perseguir o garoto Andy por três filmes, Chucky arrumou uma noiva, Tiffany (Jennifer Tilly, engraçadíssima), então, teve que largar do garoto - que já deve ser um homem feito, agora - e arranjar outro coitado para ir atrás. Em "A Noiva de Chucky" (The Bride Of Chucky, EUA, 1998), havia um casal para facilitar. O objetivo dessa perseguição toda? Conseguir um corpo humano para se livrar do corpo de boneco.

Para haver tantos filmes - e conhecendo o maniqueísmo estadunidense -, pode-se ter uma idéia do sucesso de Chucky na empreitada de ir atrás de um novo corpo.

Mas quem viu o filme que apresenta Tifanny sabe que já havia uma deixa para este filme. Todos viram a carinha do rebento por alguns segundos. Aqui, já o vemos um tanto crescido. A "criança" (voz de Billy Boyd, da trilogia O Senhor dos Anéis) encontra-se na Inglaterra, nas mãos de um ventríloquo charlatão, em um show de horrores. Paralelamente, tem pesadelos horríveis que o remetem à sua natureza.

Até o belo dia em que ele descobre que, em Hollywood, um grande estúdio está fazendo um filme sobre "o caso Chucky e Tiffany", e descobre que não está só no mundo. Então, ele escapa de seu cárcere e segue em uma vioagem de Londres até Los Angeles (sem escalas e em linha reta). No estúdio, ele "ressussita" seus pais e um novo banho de sangue começa com a nova família feliz.

Fonte: www.seed-of-chucky.com

Família feliz

Mas, como sempre acontece nas melhores famílias, há problemas no Paraíso: a indefinição do sexo da criança (daí, vem uma discussão dos pais e a escolha pelos nomes Glen ou Glenda). Mas fora isso, Glen(da) tem uma natureza aparentemente pacífica, e se horroriza com o comportamento dos pais. Além disso, Tiffany se deslumbra com o mundo do showbiz, e mais ainda, quando descobre que a escolhida para seu papel, no "filme" é sua atriz favorita, Jennifer Tily (alguém percebeu a piadinha interna?), o que coloca a boneca no encalço da moça, que acaba se tornando a testemunha involutária da vez dos feitos dos bonecos.

O que há de interessante em "O Filho de Chucky" é que sua "heroína" não é uma heroína comum dos habituais filmes de terror (ou terrir). Aqui, "Jennifer Tily" é uma estrela decadente, que faz qualquer coisa (qualquer coisa, MESMO) para voltar ao estrelato, e fica obcecada pelo papel da Virgem Maria(!).

Fora isso, há várias referências a filmes de toda espécie, como "O Iluminado", todas as séries feitas por Schwarza e Stalonge (sejam numa selva, ou não), etc., etc., etc.

O filme também usa e abusa de quase todos clichês de filmes de terror como forma de piada (faltou apenas o susto do gato, senti falta...).

É de se aplaudir a coragem de Jennifer Tilly e Brad Dourif por terem embarcado em tal empreitada. Ambos são atores gabaritados, com uma indicação para o Oscar cada, que estão, agora, fazendo as vozes dos bonecos mais "amados" do momento. Em especial, Brad, que embarcou no primeiro filme, que foi algo revolucionário, até, e seguiu por mais quatro seqüências. E Jennifer, ao não ter medo de expor a sua imagem perante o público de forma tão pejorativa (sua vida, seus problemas de peso, o fato de apenas ter mulheres burras em seu currículo) e tirar um bom sarro de si mesma (coisa que Brad não fez... ele não aparece no filme), interpretando-se como uma canastrona, consegue a simpatia de todos. Só não convence quando está junto dos bonecos (aliás, ninguém convence...).

Agora, fica a pergunta... por onde andará Alex Vincent, o garotinho Andy? Mais uma? Por que Dom Mancini e os roteiristas sequer tocaram no nome do garoto nestes dois últimos filmes? Mais uma, a principal: ALGUÉM AINDA TEM MEDO DO CHUCKY?

Fonte: www.cinemaemcena.com.br

Jennifer e Tiffany... dupla dinâmica?

AH! A melhor cena do filme? Não vou conta-aaaaaaaaaaaarrr... Mas digo uma coisa: tem a ver com uma cantora famosa...

8/10



Escrito por Tom às 16h44
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Será uma máxima? A indústria cinematográfica tentando sempre conseguir explorar um sucesso sugando até a última gota de sangue (aliás, é o que mais se vê nesses 3 filmes) de uma produção bem sucedida. Ok, isso já se faz há tempos, mas um dia tudo vai estacionar, e a falta de criatividade vai ser um PROBLEMÃO......

O filme de TERRIR causa pequenas comoções e sorrisos de canto de boca...claro que a atriz Jennifer Tilly rouba a cena, com sua ànsia de fama e o medo de cair no ostracismo. Crítica a celebridades decadentes? Não, ela não é uma Darlene, ela tem mais estilo, sabe ser cômica e rouba toda cena, diferente de Déborah Secco (...). É ela quem salva a comédia, mais ainda que os famosos bonecos. Falando neles, o famoso filho do Chucky não foi uma idéia muito boa, a começar por sua indefinição, em todos os sentidos...

Um filme despretensioso (que pretensão teria?), bonzinho pra se ir quando se está com muito dinheiro e pode gastar à vontade...ou, pra ver quando sair em DVD e não foi mais lançamento, consequentemente, não for mais tão caro....nesses casos, é sim uma boa pedida...

Ah claro...concordando com o ranger azul...a melhor cena do filme é mesmo a da tal cantora. Foi realmente o momento do filme que eu mais vibrei no cinema.....hehehe

 

6/10


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Escrito por Thiago Henrick às 06h10
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