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Culture Rangers
 


CORRESPONDENTE INTERNACIONAL

 

Ontem, dia 01 de Abril de 2005, infelizmente, vcs não puderam contar com minha presença no QG, excepcionalmente, devido eu estar em mais uma de minhas missões. O resultado deste trabalho vcs poderão ver na próxima sexta, dia 08.

Ainda no dia de ontem peguei muita gente no dia da mentira, mas a maior mentira foi ter mentido que o show do Placebo foi cancelado em todo o Brasil. Pena que não convenci muito...falando no mesmo, se tudo der certo, TH estará lá em PE, numa excursão ou então pra ficar na casa do brother Felipe. Claro que acontecendo isto, ele cobrirá o show pra fazer a resenha aqui, mas só depende das finanças....afinal, o diretor do QG cobriria extra pra tal serviço. Dar ingresso ou transporte pra fazer a cobertura? Nem pensar (ops...aqui estou eu falando mais do que devia novamente....)

Ah, só pra finalizar, esse mês teremos muitas novidades aqui no QG.....não posso adiantar, mas haverá uma grande mudança na estrutura do esquadrão..aguardem e verão!!

 

TH - Que passa nem que seja pra dar uma satisfaçãozinha da ausência...



Escrito por Thiago Henrick às 08h41
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Biguibródjibrasil

E deu o professor Jean Willis na cabeça! Estava torcendo por Grazielli Massafera, "não vou mentir"... mas gostei do resultado. Aliás, alguém pensava que o publicitário de formação e comerciante ítalo-nipônico Sammy iria levar a bolada?

Bem, para quem ficou surpreso com a minha declaração, colocarei alguma ordem nesta quizomba:

O TH me mandou assistir à quinta edição do BBB, pois ele sugeriria ao QG que nós fizéssemos uma resenha. Se ele sugeriu, não sei, pois não recebi ordem alguma. Por prevenção, peguei o bonde andando (quando fui avisado, creio que já haviam saído três).

Eu assisti às duas primeiras edições do programa e adiquiri certa ojeriza. Não tenho esse prazer voyeur, e o BBB (não perguntem o sem-fim de nomes que eu tenho engatilhados para essa sigla...) em nada me acrescenta, intelectualmente falando. Não sou estudante de Psicologia, Sociologia ou cursos afins para encará-lo como objeto científico. Mas, depois do ultimato do armário verde, não tive opção. Confesso, não me arrependi e me viciei, pois não perdi nenhum "paredão" (OK, eu não vi Jean x Pink...), dia de "prova do líder" ou de "indicação".

Pude ver o quanto a edição global evoluiu no tratamento do programa. Do BBB1 tenso (quase um telecatch) para a leveza do segundo, com a novelinha "Algemas da Paixão" (alguém se lembra do ex-ex-ex-casal Manu e Thyrso?). Esta quinta edição parecia ter sido feita pela equipe do "Casseta & Planeta", de tão engraçada, em especial, com a muito bem-sacada "Os Inacreditáveis", além da zonação com os (maus) hábitos dos habitantes temporários da casa com trocentas câmeras escondidas e à mostra. Engraçado que uma vez, conversando com amigos da faculdade, me referi a alguns participantes que roem unhas com mais verocidade que eu. Dito e feito: no mesmo dia, lá estava a mania exposta com certo teor de esculacho para todo o Brasil, junto com outras tantas, como estalar os dedos e puxar mecha de cabelo.

O que se viu demais foi uma turma extremamente enlouquecida, que, pelo que pude perceber, já estava ligada no jogo e fazendo estratégias desde a entrada na casa, o que não ocorreu nas duas primeiras edições, coisa que eu credite muito ao aumento significativo do prêmio (de quinhentos mil, dobrou seu valor - dá até medo de dizer!). Quando antes, tudo era lindo e motivo de festa, até que todos percebessem que estavam participando de um jogo, aqui, todos estavam ligados em 220 volts. Esses eram "Os Inacreditáveis". Sua estratégia, embora válida (como o participante P.A., mesmo, definiu: "aqui,só não vale roubar e matar"), era bastante heterodoxa: a adesão de outros integrantes da casa pela coação para votos em peso em uma "vítima".

Creio não precisar registrar que a reação do público foi uma enorme diversidade da usual neste programa. A tática não colou junto ao pessoal "do lado de fora" e todos, então, abandonaram a velha votação "pelo que mais precisa da grana", e votaram em peso por uma maneira mais ética de se jogar. E foi, realmente, uma votação de peso, com récordes de rejeição (inclusive entre os BBs internacionais), de votação e de audiência.

Outra mudança que até me deixou orgulhoso com relação ao público foi que o combate aos preconceitos encontraram adesão. Os dois primeiros lugares foram justamente para os que foram tachados e excluídos imediatamente pela "galera legal" da casa. Jean, o professor universitário que se assumiu gay publicamente para quem quisesse ver - o que assinou a sua perseguição pela "tropa de choque", e Grazielli, que foi deixada de lado por ser miss. Se pararem para pensar um pouco, até o próprio público tachou a garota, inicialmente (ou alguém esqueceu o comentário do nosso armário, que a chamou de Tico-e-Teco, por exemplo?), afinal mulher, loura e MISS??? Inteligente seria a última coisa que se pensaria dela. E vimos que, além da casca, havia muita coisa a se mostrar. Ambos foram bons exemplos. Jean se mostrou o primeiro intelectual de verdade, um respiro de cultura dentro da casa (estou pensando até em sugerir que o QG o chame, hehehehe), e Grazielli, além de uma estratégia segura de jogo (o que já demonstra que desprovida de inteligência, ela não é), é um exemplo de garota: boa filha, esportista, vaidosa na medida exata e boa de garfo.

O terceiro colocado, Sammy, foi, na minha opinião, o melhor jogador, o único que seguiu o seu roteiro até o fim. A princípio, tentando se encaixar na maioria, percebeu logo que seria melhor para ele não se envolver com ninguém e acabou excluído, também, o que o aproximou do trio Grazi-Jean-Pink. Mas, ao longo do jogo, com o grupo ganhando força dentro da casa, ele foi buscando a sua independência, "flertando" com ambos os lados, sem se ater a nenhum. Jogada de gênio.

E não podemos esquecer da quarta parte do grupo excluído ("Os Defensores"). Tatiane Pink foi a parte mais rosa, autêntica, debochada e escrachada do programa. Acho que ela deveria estar no lugar de Sammy na final, mas como ela mesma disse, "tudo acontece no tempo de Deus". Ela era a minha favorita ao prêmio máximo, embora eu queira casar com a Grazi.

Brasileiro gosta de novela, e o Big Brother Brasil trouxe a fórmula perfeita da união novela-realidade: personagens interessantes para identificação e uma situação dualista para comover.

Mas eu ainda me revolto com o BBB. Não apenas com o comportamento de gente como Rogério e P.A., mas com o do brasileiro. Os números das votações são atestado do sucesso do programa, mas como explicar uma simples votação ter trinta milhões de votos PAGOS, quando um simples site não consegue nem um centésimo desse número de visitas, tampouco assinaturas GRATUITAS, e tem um tópico muito mais importante e urgente: falo das páginas que recolhem assinaturas para causas importantes como a dos pais da garota que morreu no metrô carioca por uma bala perdida, que apenas querem uma garantia de segurança do Governo, e nem conseguiram o número de assinaturas suficiente para fazer uma simples ação... Essa é uma razão porque dói ser brasileiro - a falta de um valor maior e arraigado...

E que venha o BBB 6!...


Quer ser um(a) CULTURE RANGER? Tem dúvidas e perguntas a fazer sobre os integrantes do Esquadrão Culto? Mande um e-mail para nós! culturerangers@gmail.com. Estamos esperando!



Escrito por Tom às 22h14
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RESENHA CRÍTICA

fonte das fotos: http://aarca.webcindario.com/caverna/#01

Título Original:Dungeons & Dragons
Número de Episódios:27 episódios, exibidos originalmente entre 1983 e 1986 em três temporadas.
Produção: Marvel Productions em associação com a TSR Inc.
Produtor: E. Gary Gygax.
Autores: Jeffrey Scott (9 episódios); Michael Reaves (7 episódios); Karl Geurs (4 episódios); Kathy Selbert (3 episódios); Michael Evanier (2 episódios); Paul Dini (2 episódios); Hank Saroyan; Kimmer Ringwald; Buzz Dixon; Steve Gerber; Mark Shiney; Michel L. DePatie e Michel Casslitt (1 episódio cada).

Personagens:

 HankBobErickSheilaDianaPresto

 Vingador Mestre Dos Magos Uni

 



Escrito por Thiago Henrick às 14h50
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Falar de um desenho-clássico sem parecer óbvio é muito difícil......como falar de Caverna Do Dragão, um dos mais queridos desenhos de todos os tempos, que até hoje cultua fãs de todas as espécies?

Como um jogo de RPG, o qual originou a série (Dungeons And Dragons), os personagens estão sempre em busca da saída daquele mundo em que se encontram para o seu, a terra. Para isso, surge o Dungeon Master (mestre dos Magos) dando pistas para os mesmos. Só baseado nessa relação pista-saída dá pra se notar que realmente o desenho foi baseado no jogo......no entanto, vai além disso. Os personagens foram psicologicamente muito bem caracterizados, cada um com sua personalidade, o que fez a série ganhar tamanha popularidade e cativar. Afinal ao invés de heróis invencíveis, temos aqui crianças assustadas, que não atacam, apenas se defendem com suas armas mágicas. Não vemos heróis bravos e destemidos, típicos de desnehos americanos dos anos 80.....

HANK, o líder, é o que mais se aproxima dos ditos heróis, mas mais pela frieza e a maneira como conduz o grupo do que por força. Sua arma é um Arco que dispara flechas de luz, é a arma mais criativa do grupo. Em seguida temos a brava guerreira DIANA, um caso raro de negras protagonistas de seriados americanos. Diana é ágil, sabe agir quando necessário e possui como arma um cajado, que acompanha seus movimentos de acrobacia. ERICK, na minha opinião, é o melhor personagem. Resmungão, metido a rico, implicante, o que seria a série sem ele? é justamente do mesmo que saem as tiradas mais cômicas do seriado, assim como de PRESTO, o mago cujas mágicas nem sempre dão certo. Presto é inseguro e medroso, o que faz a série ser mais "humana" A Arma de Erick é um escudo mágico de longo alcance enquanto presto faz suas mágicas com auxílio de seu chapéu. Dando continuidade, temos os irmãos BOB e SHEILA. Bob tem 10 anos e é um dos mais corajosos do grupo, só perde pra sua impulsividade. Quem põe freio nele é sua irmã Sheila, a mais frágil do grupo. Bob usa um tacape poderoso como arma enquanto Sheila tem uma das mais cobiçadas armas: um manto de invisibilidade. Completando o grupo, a unicórnio UNI, com quem Bob mantém uma grande relação de afeto.

O mundo onde eles se encontram (Reino) é dominado pelo VINGADOR, que no passado fora discípulo do MESTRE DOS MAGOS, um sábio, que dá as armas mágicas aos jovens. O Vingador e o Mestre vivem se rivalizando. Fora todos eles, temos mais um personagem, TIAMAT, o dragão invencível, a única coisa que o Vingador não cosnegue ser capaz de rivalizar. No mundo, além de dragões, vemos as mais diversas espécies de vida (fauna e flora), monstros, magos, bruxas, duendes, etc.

Ao total, foram 27 episódios dividos em 3 temporadas, e ainda tinha planos para uma quarta, mas como o desneho não fazia mais sucesso, foi cancelado sem ter um fim estabelecido. O verdadeiro final, o episódio RÉQUIEM nunca saiu do papel, no entanto, já estava todo roteirizado e é disponível na net, em diversos sites especializados em CD, sobretudo brasileiros, pois sim, nós somos o maior público desse desenho.

Episódios marcantes:

"O PORTAL DO AMANHECER": O vingador e O Mestre Dos MAgos perdem suas energias devido a uma criatura estranha, cujo Mestre referia-se como "AQUELE-CUJO-NOME-NÃO-PODE-SER-DITO". Para mim, o melhor episódio.

"VALE DOS UNICÓRNIOS" : O mago Kelek aprisiona todos os Unicórnios do reino visando seus chifres mágicos. Uni é uma das vítimas. A relação entre Bob e Uni é mostrada com clareza neste episódio, sobretudo na cena onde Bob, congelado, quebra o gelo com raiva ao ver Uni sofrendo,s em seu chifre.

" TESOURO DE TARDOS" : O Vingador cria um Demodragão, que fica incontrolável após pegar as armas mágicas dos jovens.

" CEMITÉRIO DOS DRAGÕES' : No Cemitério dos Dragões, com ajuda de Tiamat, os garotos encurralam e quase vencem o Vingador. Esse é os egundo melhor episódio, pois mostra os garotos desocntrolados, com sede de vingança; Interessante

" O FILHO DO ASTRÓLOGO" : Diana e Kozar, dois filhos de contempladores de astros, realizam uma profecia pra livrar uma cidade de uma bruxa demoníaca. Nossa, essa bruxa me dava medo quando eu era pivete. Hehehehe

" O TRAIDOR" : Chantageado pelo Vingador, Hank é tido como traidor. O episódio mostra um abalo nas relações pessoas entre os jovens, mas no final, tem-se todos unidos novamente

" EM BUSCA DO GUERREIRO ESQUELETO" : Outro grande episódio, pois aqui, na torre proibida, são mostrados os maiores medos dos 6 jovens, os quais os mesmos têm que lutar contra eles.

 

10/10



Escrito por Thiago Henrick às 14h47
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Um dia, um grupo de pirralhos desobedientes, em vez de obedecerem os pais e irem à escola, vão pra um diabo de um parque de diversões (como se não pudessem ir um outro dia... patys e mauzys...). Ao embarcarem em um brinquedo que lembra um trem fantasma, eles acabam indo parar em um novo mundo, no qual se percebem presos até que consigam achar a saída para casa. E isso tudo é apenas a abertura do desenho (que, aliás, eu nunca vi...)!

Neste novo mundo, eles têm a proteção e orientação do Mestre dos Magos, um baixinho poderoso de voz bem mansa e enigmas algumas vezes confusos, que parece não saber falar coisa alguma claramente. Eles lhes dá armas mágicas, que ajudarão as crianças a sobreviverem neste mundo cruel.

Além do Mestre dos Magos, o grupo também tem a companhia do medroso (e fofíssimo) unicórnio Uni, um candidato a mascote dos fãs de desenho animado, que creio que reinou muito tempo como o favorito (apesar da concorrência ferrenha do Gorko, do Covarde e do Corujito, sem falar nos Pôneis e nos Ursinhos Carinhosos!), até o aparecimento do Mokona...

Mas, como eu disse, este mundo em que as crianças caíram é cruel (não tanto quanto este, creio eu, mas muito cruel para um bando de filhinhos de papai). E desenho animado nenhum, quando feito para crianças, serve sem um vilão. No caso, o grupo tem que se entender sempre com o Vingador, uma criatura que nunca se viu num espelho na vida (creio, pois é feio pra danar), que tem uma estranha sede de poder e é louco para ter em mãos as armas dadas pelo Mestre dos Magos às crianças. Fora isso, eles, sendo um grupo relativamente grande, com pessoas de personalidades tão diferentes e conflitantes entre si, se vêem obrigados a se unir e ficar mais tempo juntos que o usual das aulas escolares, e não podem se desgrudar um só minuto, afinal, eles pouco conhecem o mundo em que estão e as intenções das criaturas que os habitam. Então, já sentiram o peso do negócio, não, pessoal?

E assim, eles seguem sua nova vida, a cada episódio de meia-hora, eles se encontram com o MM, recebem "pistas" de como chegar em casa, seguem, algumas vezes erram, outras, acertam, enfrentam o Vingador (e toda a sorte de vilões temporários e criaturas dispostas a fazer deles um belo jantar ou qualquer outra coisa) no meio-tempo, mas, invariavelmente, eles encontram a sua passagem para casa. Mas, no fim, sempre algo acontece, que os faz voltar e perderem mais uma vez a chance de voltarem para casa. Ô, vida cruel, a deles...

O Culture Ranger Azul, aqui, já foi um viciado em RPG (Role Playing Game), algo a se explicar mais tarde. O que isto tem a ver com o negócio? Bem, "Caverna Do Dragão" é inspirado em um jogo de RPG, chamado Dungeons & Dragons. Claro que todo jogo que se torna desenho animado corre um rico grande de se tornar uma furada (não maior que um filme com atores, mas, ainda assim, uma furada) - vide "Carmen Sandiego"...

Mas não sei, exatamente, como classificar "Caverna Do Dragão", nesse quesito. Embora não ache as mil maravilhas (está bem longe disso, na verdade), "caverna" também tem seus méritos.

A animação, vou apenas citar alguns fatores: EUA, anos 80. Creio que não preciso dizer mais nada, preciso?

Um fator que me deixou muito com o pé atrás foi que o desenho afetou muito o jogo. No jogo, não há obrigatoriedade de se incorporar personagens estabelecidos dentro da estória, você pode criar o seu. Mas, invariavelmente, depois do desenho, quase todos querem ser Hank ou Sheyla... Fora que pouco (ou nada) ajudou a divulgar o jogo, aqui, no Brasil.

Fora isso, havia o fato de eu, à época, nunca ter tido a paciência para ver um desenho tão tenebroso. Hoje, embora prefira desenhos mais tenebrosos, continuo não conseguindo assistir a um episódio sem mudar de canal para só voltar ao desenho quando me lembrar dele.

Mas o desenho também apresenta seus pontos positivos. Como qualquer desenho animado feito nos EUA, na década de 80 (e nas subseqüentes, também), um grupo deve sempre se manter junto, apesar de todas as diferenças. Se forem amigos, a obrigação se torna ainda maior, principalmente quando há um objetivo maior inerente a todos. A partir daí, vêm noções de valores morais que vão sendo passados a cada episódio.

E há algumas inovações com respeito ao gênero, o que surpreende em se tratando de uma animação... (o resto, vocês já sabem, eu repeti isso várias vezes, neste post). Finalmente, não há um desenho em que um dos personagens apareça no final falando aquele irritante: "oi, amiguinhos! No episódio de hoje...". Havia algum respeito, afinal, à inteligência infantil (a não ser que a Rede Bobo também tenha cortado, aí, o passo intelignete foi da rede...).

Mas o que realmente me impressionou/impressiona foi/é a mensagem subliminar que vi escondida através de cada episódio: apesar de o público médio brasileiro (assim como eu) nunca ter visto a abertura do desenho (uma vez que a Rede Bobo nunca se dispôs a mostrar), todos sabemos que eles acabaram oarando ali por um carro de um parque de diversões, quando eles foram num dia cabulando aula, contrariando as ordens paternas. O recado, então, a mim, pelo menos, fica claro: não desobedeçam seus pais, vocês podem se dar mal, desse jeito! Ou ninguém nunca parou para pensar que eles ficaram presos naquele mundo e nunca conseguiram sair dali, vivendo em medo permanente num mundo que eles mal compreendem, com saudades de casa?

E há o projeto de "Caverna" se tornar um filme em Hollywood, com atores... bem, veremos se isso sai do papel, mesmo, e COMO vai sair...

6/10


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Escrito por Tom às 10h19
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